DICA DE CINEMA FM

SÃO PAULO - "A Concepção", filme de José Eduardo Belmonte, dividindo opiniões mesmo antes de estreiar em grande circuito. Na sua primeira exibição, em novembro de 2005, no Festival de Brasília, gerou discussões. O longa, que estréia em pequeno circuito em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília na sexta-feira, 12, e foi agraciado com dois prêmios festival: prêmios - melhor montagem (para Paulo Sacramento, diretor de "O Prisioneiro da Grade de Ferro") e melhor trilha sonora. É gratuito numa história que pretende formar um retrato de uma juventude rica, fútil e inconsequente nos altos círculos da capital do país. No elenco, Alex (Juliano Cazarré), Lino (Milhem Cortaz) e Liz (Rosane Holland) são três filhos de diplomatas que dividem um grande apartamento em Brasília. Então aparece X (Matheus Nachtergaele), que se torna uma espécie de guru deste grupo, que não mostra nenhuma vontade de pensar nada por si mesmo. E o guru propõe que se siga daqui para a frente o "concepcionismo".
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