Monday, July 15, 2019

‘Arqueologia e Habitantes da Pré-História’



A mostra sobre a diversidade cultural na pré-história está estruturada em dois módulos temáticos. O primeiro aborda elementos do patrimônio arqueológico do Distrito Federal (DF) que evidenciam a ocupação milenar do território. Apresenta artefatos de pedra dos caçadores e coletores da tradição Itaparica, fabricados há mais de 8,4 mil anos e usados na caça de animais. O material também resgata parte da história de sociedades de agricultores ceramistas que chegaram ao território da capital por volta do século X. 

As peças cerâmicas foram coletadas em pesquisas arqueológicas realizadas na região entre 1992 e 1995 pelos arqueólogos Eurico T. Miller e Paulo Jobim e os artefatos líticos (pedras) pelo arqueólogo Edilson Teixeira, em 2016. Já o segundo módulo traz peças arqueológicas coletadas em Santa Catarina pelo arqueólogo e Padre João Alfredo Rohr. Entre elas, estão objetos de antigos habitantes da costa e do interior, os sambaquieiros e os caçadores e coletores da Tradição Umbu. 

O material inclui artefatos de pedra, osso e cerâmicas, utilizados para pescar, caçar, fazer outros instrumentos, preparar alimentos e corantes, além de adornos utilizados para enfeitar as pessoas. As peças em exposição formam parte da Coleção Padre João Alfredo Rohr, tombada pelo estado de Santa Catarina em 1984. Dois anos depois, foi a vez do Iphan reconhecer esse material, com a inscrição no Livro de Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico. MOSTRA segue até 10/9. 

Endereço: Museu de Geociências da Universidade de Brasília (UnB) – Campus Darcy Ribeiro – ICC – Ala Centro – Sala AT 276/18 – Brasília (DF)

Thursday, July 11, 2019

Nas Asas da Panair, mostra trajetória e falência da empresa

Sob curadoria da historiadora Mariza Soares, a mostra apresenta itens da coleção criada em 2017, como resultado de uma parceria entre a empresa Panair do Brasil e a Família Panair, uma associação que reúne antigos funcionários da companhia. Ao longo de um ano, foram coletados quase 700 peças, entre objetos e material de divulgação impresso. 

Quase todos contribuíram com folhetos, medalhas comemorativas, uniformes, adereços, louça, maletas de mão, brindes, fotografias, fitas e CDs com entrevistas, outros tipos de documentos e pequenos luxos – como protetor de caneta tinteiro, guardanapo de linho e talher de prata dos “tempos da Panair”. Alguns objetos foram adquiridos nos leilões de liquidação da empresa. 

O conjunto da mostra ilustra o conceito curatorial de modernidade e alta qualidade com cerca de 300 artigos: vestuário da tripulação, louça, faqueiro de prata, brindes, fotos pessoais e documentais, encontradas na Biblioteca Nacional e no Arquivo Nacional, e matérias de jornal, principalmente da época do fechamento da Panair.
Xícara da Panair,
qualidade em louças

Há uma vasta seleção de peças gráficas promocionais de roteiros nacionais e internacionais, folhinhas, menus de bordo, encarte para passagens e outros materiais de folheteria.

No dia 25 de agosto, acontece o lançamento do catálogo da exposição e a exibição de filme que narra a trajetória da Panair do Brasil. A mostra pode ser visitada até 29 de setembro na galeria de exposições temporárias do MHN.

Endereço: Museu Histórico Nacional – Praça Mal. Âncora s/n –Rio de Janeiro (RJ)

Wednesday, July 10, 2019

Museu das Bandeiras: história da Colônia, Império e República

Criado em 1949 e aberto ao público em 1954, seu acervo é constituído do arquivo documental da Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional 

GOIÁS (GO)  BRASIL -  – Com os arquivos mais importantes da administração pública dos períodos colonial, imperial e republicano na região Centro-Oeste, o Museu das Bandeiras ocupa a Casa de Câmara e Cadeia da Cidade de Goiás, antiga capital do estado, a 128 quilômetros da atual capital, Goiânia. 

O prédio histórico foi finalizado em 1766 e segue projeto da Coroa Portuguesa.

Atualmente, seu acervo, constituído pelo arquivo documental da Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional (Fazenda Pública), tem 573 peças, incluindo objetos de arte sacra, mobiliário, vestuário, armamentos, utensílios domésticos, peças de porcelana e ferramentas de garimpo.

Os visitantes também podem apreciar as memórias daqueles que ficaram presos na antiga cadeia, função que o prédio teve por quase 178 anos, entre tantos outros documentos históricos. “Temos documentos que poucos sabem, além dos clássicos do período da escravidão, documentos sobre a Guerra do Paraguai, a construção desse Brasil que está fora do litoral brasileiro, esse Brasil central, visitas de presidentes, muitas fotos.

Serviço

Horário de funcionamento: Terça a sábado, das 9h às 12h e das 13h às 18h; domingos e feriados, das 9h às 13h.
Endereço: Praça Brasil Ramos Caiado, Setor Central – Goiás – GO
Tel: (62) 3371-1087
Para saber mais, acesse: museus.gov.br

Friday, July 05, 2019

Espetáculo ‘O Abajur Lilás’

No dia 5 de julho estreia, no Teatro de Arena Eugênio Kusnet, o espetáculo O Abajur Lilás, de Plínio Marcos. 
Foto: Jamil Kubruk)

Dirigida por Marco Antônio Braz, a peça fica em cartaz até 28 de julho, de quintas a domingos. Às quintas, as apresentações acontecem às 20h. De sextas a domingos são realizadas duas sessões: sextas e sábados, às 17h e às 20h; domingos, 17h e 19h.  Os ingressos têm preços populares.

A história se passa no prostíbulo de Giro, homossexual que conta com Osvaldo, um segurança violento, para fazer valer sua autoridade. Três prostitutas tentam sobreviver no lugar: Dilma, que se apega aos valores e ao filho que precisa criar; Célia, que deseja tomar o prostíbulo e o poder para si; e Leninha, uma novata individualista, que parece não se abalar com os conflitos. 

A situação fica mais complexa quando um abajur aparece quebrado no dormitório e nenhuma das prostitutas assume a culpa. Escrito em 1969, o texto de O Abajur Lilás foi liberado pela censura onze anos depois, em 1980. A luta pela liberação tornou-se símbolo de resistência da classe teatral. (Espetáculo . MAIS

Endereço: Teatro de Arena Eugênio Kusnet, Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – São Paulo (SP)

Wednesday, July 03, 2019

Seleção de filmes brasileiros ao Oscar

Filme escolhido vai disputar vaga entre os indicados ao prêmio de Melhor Longa-Metragem Internacional. Inscrições vão até 16 de agosto 
Oscar 2018 Foto: GetyImagens

Começou nesta terça-feira (2) o processo de seleção do longa-metragem brasileiro que disputará uma vaga entre os cinco indicados ao Prêmio de Melhor Longa-Metragem Internacional (anteriormente Melhor Filme em Língua Estrangeira) da Academy of Motion Picture Arts and Sciences – Oscar 2020. As inscrições deverão ser feitas até as 18 horas do dia 16 de agosto, por meio do formulário disponível no portal. Para ter acesso ao formulário, é necessário cadastrar-se no site.

Participar

Para participar do processo seletivo, o filme deve ter sido lançado e exibido inicialmente no Brasil, entre 1º de outubro de 2018 e 30 de setembro de 2019, em sala de cinema comercial, por pelo menos setes dias consecutivos. Caso a estreia do filme seja em algum festival, mesmo internacional, a participação na disputa também é permitida. A inscrição deverá ser feita pela produtora titular dos direitos da obra ou pela distribuidora autorizada, que poderá inscrever sob o mesmo cadastro quantos filmes desejar.

O anúncio do resultado da seleção será feito no dia 27 de agosto. A produtora ou distribuidora do filme selecionado terá até 1º de outubro para enviar à Academy of Motion Picture Arts and Sciences uma cópia do filme em 35mm ou 70mm, juntamente com os demais documentos estabelecidos no edital do concurso. VEJA SITIO