Friday, October 23, 2020

Procriação medicamente assistida após a mort

Em atualização Procriação medicamente assistida após a morte do dador aprovada no Parlamento

LISBOA, PORTUGAL - O parlamento aprovou na generalidade esta sexta-feira um projeto de lei de uma iniciativa de cidadãos, dinamizada por uma mulher que pretende engravidar do marido que morreu e que pede que seja legislada a procriação medicamente assistida “post mortem”. O PS, BE, PCP, PEV, PAN, Iniciativa Liberal, a deputada Joacine Katar Moreira e a deputada Cristina Rodrigues votaram favoravelmente.


Quem votou contra: PSD e CDS 

Abstiveram-se os deputados do PS Romualda Fernandes, Isabel Rodrigues, Joaquina Matos e o deputado Filipe Neto Brandão.

A Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC) para consagrar a inseminação ‘post mortem’ na lei da Procriação Medicamente Assistida (PMA) foi promovida em fevereiro por Ângela Ferreira.

“Afigura-se de extrema crueldade e discriminação que uma mulher que inicie um processo de PMA, durante a doença do seu marido ou companheiro, tendo crio-preservado o seu sémen e com consentimento prévio assinado, não possa dar continuidade ao desejo do casal e a um projeto de vida ponderado cuidadosamente e conjuntamente”, refere o projeto de lei. (AgênciaFM \ sapo.pt). 

Saturday, October 17, 2020

O FIM

Festival Internacional de Mulheres no Cinema está com inscrições abertas até o dia 20 de outubro para as Mentorias, com um time de mulheres líderes dos setores de criação, produção, distribuição e negócios. 


Cineastas e roteiristas de todo o país podem inscrever seus projetos de séries, longas-metragens, telefilmes documentais ou de ficção. Serão selecionados dez projetos com o objetivo de intercâmbio e aceleração de novos talentos femininos da indústria cinematográfica brasileira. Importante: metade das vagas serão destinadas a mulheres negras e indígenas. 


O programa Mentorias FIM20 integra a programação da segunda edição do Festival e reafirma a sua missão de valorizar o protagonismo feminino em tela e atrás das câmeras. SIGA para saber mais sobre o programa e participe!  


Thursday, October 15, 2020

Adeus Cecil Thiré

Morre Cecil Thiré, ocorrida na sexta-feira, 9 de outubro. O ator, diretor e autor teatral e professor de teatro faleceu em sua casa, no Rio de Janeiro, enquanto dormia.


Filho da famosa atriz Tônia Carrero e de Carlos Arthur Thiré (desenhista, pintor, cenógrafo, figurinista e cineasta), Cecil enfrentava há alguns anos o mal de Parkinson e outros problemas de saúde. Seu talento como ator e diretor deixam grande vácuo na cena brasileira. Mas seu sobrenome e legado teatral permanecem vivos em seus três filhos, Luísa, Miguel Carlos Thiré, artistas de teatro, TV e cinema.

No início dos anos 1960, o carioca Cecil Aldery Thiré estudou interpretação com Adolfo Celi, no Patronato da Gávea. No início da carreira, atuou sob a direção de Ziembinski, em Descalços no Parque, em 1964. No ano seguinte, trabalhou no Teatro Oficina, em Pequenos Burgueses. Em 66, no Teatro Jovem, participou de América Injusta, de Martim B. Dukerman. Em 1967, participou do elenco de Oh, que Delícia de Guerra!, dirigido por Ademar Guerra e em O, de Joan Littlewood. Em 1970, atuou em Cemitério dos Automóveis, de Fernando Arrabal, montagem de sucesso, com direção de Victor García.

Vencedor do do Prêmio Estado da Guanabara, seu primeiro trabalho como diretor foi em Casa de Bonecas, de Ibsen, em 1971. O crítico José Arrabal, comentou o espetáculo: “A revisão crítica de Cecil com a obra de Henrik Ibsen alcança, desta maneira, toda uma importância maior, ao produzir bom conhecimento, obrigação do teatro como diversão”.

Thiré foi ator de A Gaivota, de Anton Tchekhov, em 1974 – direção de Jorge Lavelli. No ano seguinte, recebeu o Prêmio Molière, como encenador, por A Noite dos Campeões, de Jason Miller. Yan Michalski considerou esta a melhor direção de Cecil até então: “…uma constante compreensão do conteúdo a ser transmitido e adequação dos recursos através dos quais essa transmissão pode operar-se com maior eficiência”, disse o crítico. Em 1978, estreou Bodas de Papel, de Maria Adelaide Amaral.

No ano seguinte, foi consagrado como diretor, com o prêmio Molière por dois espetáculos: O Fado e a Sina de Matheus e Catirina, de Benjamin Santos; e com o Prêmio da Associação Paulista de Críticos Teatrais (APCT), por A Resistência, de Maria Adelaide Amaral, no qual também foi intérprete. Este trabalho lhe valeu as palavras do crítico Flávio Marinho: “… o diretor valoriza cada linha do texto através de pausas expressivas, absoluta noção de timing e domínio total do ritmo do espetáculo. O resultado é pleno de detalhes de mise-en-scène que garantem um sopro de vida a personagens quase de cartolina. […] Cecil volta a brilhar como diretor de intérpretes, extraindo do elenco um rendimento altamente homogêneo, onde os pontos altos estariam nos verdadeiros duelos interpretativos travados”.

A partir desse momento, Thiré passou a também atuar em espetáculos que dirigia. Em 1984 afastou-se dos palcos. Voltou a dirigir em 1994. Trabalhou de forma constante em TV, tanto como ator quanto como encenador. No final da década de 90, dedicou-se também à função de professor de interpretação. (Fram Martins \ Funarte). 

Friday, October 09, 2020

Estado SP: Museu da Inclusão

 Em homenagem à luta das pessoas com deficiência, Estado anuncia Museu da Inclusão


Escopo de trabalho será ampliado, levando em conta a necessidade de preservação ampla do patrimônio do segmento no estado


A partir desta quinta-feira (8), o Museu da Inclusão, equipamento museológico da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, assumirá a atuação de forma ampla e como uma rede de preservação de memórias da luta por direitos das pessoas com deficiência.


O processo de remodelação e manutenção desse compromisso foi iniciado em 2018 e se consolida hoje, levando em conta tanto as memórias do movimento, quanto as atualidades de um processo permanente de luta das pessoas com deficiência.


Direitos


O Museu da Inclusão tem as operações geridas pela Organização Social Abaçaí Cultura e Arte, que continuam na prerrogativa de preservar e comunicar a luta por direitos das pessoas com deficiência, no que tange ao movimento social e sua busca histórica por direitos pela inclusão.


Além de uma reforma estrutural no espaço, prevista para o próximo ano, será lançada em novembro uma exposição virtual totalmente acessível sobre Direitos Humanos, já sob a nova marca do Museu da Inclusão. A mudança também auxilia na busca por tornar cada vez mais imediata e presente essa luta. (Foto: Accor Hotels) 

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Wednesday, October 07, 2020

Johnny Nash morre aos 80 anos

O norte-americano ficou famoso  nos anos 70 pelo hit “I Can See Clearly Now”, morre aos 80 anos, disse seu filho ao site de celebridades TMZ e a uma emissora de TV de Los Angeles. Nash morreu na terça-feira, 6,  de causas naturais, afirmou o filho, John Nash III, ao TMZ. 


“I Can See Clearly Now”, lançada em 1972, liderou a parada da Billboard Hot 100 por quatro semanas e se tornou um sucesso no Canadá, Reino Unido e África do Sul.

Já no final dos anos 1950 como cantor e ator. Ele se mudou para a Jamaica em meados dos anos 1960, onde foi influenciado pela música reggae. Nash também fez sucesso com sua versão de “Stir It Up”, de Bob Marley, e “There are More Questions Than Answers”. Seu último álbum de estúdio, “Here Again”, foi lançado em 1986. 

(Redação Formas&Meios Brasil).