Sunday, November 19, 2017

Sambista Lápis ganha nova exposição


O Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS-PR) apresenta na segunda-feira (20), às 19h, a exposição Todas as pontas do Lápis, em homenagem ao cantor e compositor paranaense Palminor Rodrigues Ferreira (1943-1978), o Lápis. 

Na data da abertura e em 30 de novembro haverá pocket show com artistas locais apresentando as canções do repertório do sambista. A mostra integra o Mês da Consciência Negra da Secretaria de Estado da Cultura e permanece até 18 de fevereiro de 2018. A entrada é gratuita. 

A exposição ocupará todas as salas do museu e contará a trajetória de vida e obra do compositor paranaense. Estarão expostos o violão do artista, objetos de uso pessoal, discos, partituras e manuscritos de suas canções. Haverá também uma projeção em vídeo com depoimentos de amigos, parentes e parceiros, além de um ambiente interativo com o cenário de um bar, local preferido e que serviu de grande inspiração para o sambista.

O ARTISTA - Palminor Rodrigues Ferreira nasceu em Curitiba em 5 de outubro de 1943, caçula de 21 irmãos. Sempre gostou de cantar e aos 11 anos já tocava pandeiro na Rádio Marumbi. Aos 18 anos compôs seu primeiro sucesso: “Vestido Branco”.

Morou alguns anos no Rio de Janeiro onde desenvolveu trabalhos em parceria com grandes nomes, como Eliana Pittman. Também se tornou conhecido por suas apresentações em festivais de música e programas de TV. Retornou a Curitiba em 1974, dando continuidade a sua carreira. Morreu quatro anos depois devido a um problema cardíaco congênito.

Serviço

Abertura da exposição Todas as Pontas do Lápis
20 de novembro de 2017, às 19h
Período expositivo: até 18 de fevereiro de 2018
Entrada gratuita
Museu da Imagem e do Som do Paraná
Rua Barão do Rio Branco, 395 – Centro - Curitiba
Visitação: terça a sexta-feira, das 9h às 17h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 16h

Saturday, November 18, 2017

Governador Valadares (MG) ganha Praça CEU

Em um único lugar, aberto à população, programas e ações culturais, esportivas, educacionais, socioassistenciais e de lazer. 
Foto: Prefeitura de Governador Valadares

Esse é o retrato de um Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU), programa do governo federal coordenado pelo Ministério da Cultura (MinC). Nesta sexta (17), uma unidade do CEU será inaugurada no município de Governador Valadares, em Minas Gerais, em parceria com a prefeitura local. Com a inauguração do espaço, chegam também atividades gratuitas a serem oferecidas à comunidade da região. O Ministério da Cultura investiu R$ 2,02 milhões no centro. O CEU de Governador Valadares se une a outros 18 já inaugurados em Minas Gerais. São escolhidos para instalação dos CEUs territórios de alta vulnerabilidade social.

O CEU de Governador Valadares está instalado em uma estrutura de três mil metros quadrados, que inclui dois edifícios multiuso, dispostos numa praça de esportes e lazer; salas multiuso; biblioteca; telecentro; cineteatro/auditório com 60 lugares; quadra poliesportiva coberta; pista de skate; equipamentos de ginástica; playground e pista de caminhada, além de um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS).

Ao ser inserido na comunidade, o centro promove benefícios como a ampliação do acesso a direitos sociais, impulsionando a formação de grupos e aumentando as possibilidades de interação, criação de vínculos, troca de saberes e conversas.


Thursday, November 16, 2017

Mostra Brasil em Transe

Começa nesta quinta-feira (16), na Cinemateca Brasileira, em São Paulo, a mostra Brasil em Transe. 

Até o dia 26 de novembro, serão exibidos nove longas-metragens produzidos entre 1964 e 1977 e realizadas duas mesas-redondas, nas quais serão debatidos o filme Terra em Transe (1968), de Glauber Rocha, e o chamado Cinema de Invenção, que produziu, no final da década de 1960 e início dos anos 1970, uma visão vertical da realidade brasileira, construindo uma das mais originais e criativas filmografias do cinema nacional.

Além de Terra em Transe, também serão exibidos, com entrada franca, os longas A Margem (1967), de Ozualdo Candeias; O Desafio (1964), de Paulo César Saraceni; O Bandido da Luz Vermelha (1968), de Rogério Sgarzela; Os Herdeiros (1969), de Cacá Diegues; Hitler Terceiro Mundo (1968), de José Agripino de Paula; Bang-bang (1969), de Andrea Tonacci; Sem essa Aranha (1970), de Rogério Sganzerla; e O Vampiro da Cinemateca (1977), de Jairo Ferreira.

A mostra está sendo promovida pelo Ministério da Cultura (MinC), por meio da Cinemateca Brasileira, e pela Sociedade Amigos da Cinemateca, responsável pela coordenação. A curadoria é do teórico e professor de cinema brasileiro Ismail Xavier.

Serviço

Mostra Brasil em Transe
De 16 a 26 de novembro
Cinemateca Brasileira – Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino – São Paulo (SP)
Entrada franca

Thursday, November 09, 2017

20 anos sem Darcy Ribeiro

A Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), promoveu evento "Palavra por Palavra" - uma série de palestras em homenagem aos 20 anos de falecimento do antropólogo e escritor Darcy Ribeiro. 

RIO DE JANEIRO (RJ) BRASIL - Estão programadas quatro mesas-redondas com os temas "20 anos sem Darcy", "Darcy Ribeiro e a educação", "Darcy e as etnias" e "Darcy, literatura e Brasil", leitura de parágrafos do livro "O povo brasileiro" (por Christiane Torloni) e exibição de depoimentos do homenageado sobre Educação, Cultura e Brasil. 

Darcy Ribeiro

Defensor da causa indigenista, Darcy Ribeiro escreveu várias obras de etnografia que contribuíram para importantes trabalhos na Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e na Organização Internacional do Trabalho (OIT). Foi fundador da Universidade de Brasília (UnB), da qual se tornou reitor no período de 1962 a 1963, e ministro da Educação em vários governos.  Exilado político em 1964, o antropólogo viveu em países da América Latina, retornando ao Brasil em 1976. No ano de 1992, passou a integrar a Academia Brasileira de Letras.

Mais informações pelo telefone (21) 3289-4600.

Wednesday, November 01, 2017

registro de expressões culturais

Entenda o registro de expressões culturais relacionadas a religiões

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) tem como missão identificar e reconhecer práticas culturais diversas para fortalecer identidades, garantindo o direito à memória e contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico do País. As religiões em si não são passíveis de tombamento ou registro. Entretanto, o Iphan reconhece expressões culturais relacionados a diversas religiões e instituições de cultura que atuam na preservação de lugares e práticas culturais relacionadas às religiões. 

Respaldado pelo institutos do tombamento (Decreto-Lei 25/37), inventários e registros (Decreto 3.551/2000), a atuação do Iphan está pautada no reconhecimento de bens de natureza material e imaterial. 

Em relação aos bens materiais, considera "coisas móveis ou imóveis" de excepcional valor histórico, arquitetônico, entre outros, por meio do tombamento, cujos efeitos legais de proteção recaem sobre o aspecto da materialidade do bem. 

Há vários exemplos deste tipo de tombamento relacionado ao universo da religião, tais como terreiros de Candomblé e diversas igrejas católicas. Já no campo do patrimônio imaterial, o registro é um instrumento legal de preservação, reconhecimento e valorização do patrimônio imaterial do Brasil, composto por bens que contribuíram para a formação da sociedade brasileira.